O presente trabalho deverá ter:

  • Tema;

  • Justificativa da ecolha do tema;
  • Introdução do trabalho;
  • Desenvolvimento: uma pesquisa geral no qual é exposto informações sobre o tema escolhido, índices nacionais, estaduais e municipais, apresentação de leis, artigos, reportagens, relatos, etc. É uma pesquisa aprofundada sobre o tema.
  • Questionário: com base na justificativa e no desenvolvimento, deverá ser elaborado um questionário que permita uma análise que valide ou conflite com os argumentos apresentados no desenvolvimento;
  • Apresentação do resultado da pesquisa: apresentar uma visão geral de onde, como e com quem foi realizada a pesquisa, bem como o número de enrevistados. Expor as opiniões em forma de gráfico de segmento, linha ou colunas e barras, respeitando a indicação específica do emprego de cada um deles.
  • Conclusão: apresentar o resultado da pesquisa comparando-a com os índices apresentados no desenvolvimento e finalizando com o esperado pela justificativa. Lembre-se de conciliar a conclusão com os motivos que o levaram a realizar esta pesquisa.
  • Referencias utilizadas durante a pesquisa: livros, sites, revistas...

A apresentação final deverá conter:

  • Slides em forma de tópicos: evite textos longos;

  • Apresentação do tema, seu interesse e sua importância;
  • Explicação da pesquisa através de gráficos;
  • Conclusão do trabalho.

Todo material produzido deverá ser publicado nesta Wiki.



  • RUPO: ANA PAULA, CRISTINE CLEMENT E PAOLA BENEVENUTO :)




Gravidez na Adolescência

Significado da palavra gravidez: Estado da mulher, e das fêmeas em geral, durante a gestação; prenhez. A gravidez ocorre quando um ovo, óvulo fecundado após um ato sexual, se fixa à mucosa uterina.
Significado da palavra adolescência: Período na vida humana, entre a puberdade e a virilidade.
Existem algumas condições que propiciam a gravidez na adolescência, levando milhares de jovens a uma experiência fora de hora, dada a inexperiência e conseqüente dificuldade em cuidar do filho que chega.
Dentre as jovens que mais engravidam destacamos a classe social mais baixa, que acaba vislumbrando num filho a chance de ter um projeto de vida, além de encontrar a oportunidade de constituir uma identidade, uma vez que não consegue se inserir na vida profissional. Outras condições também se encontram presentes na vida desta população que engravida neste período, tais como lares desestruturados e com pequeno nível de comunicação entre pais e filhos.
Tem sido tarefa difícil explicar a causa de existir tantas adolescentes grávidas, e seu crescente número a cada ano. De um lado, alguns profissionais apontam, a questão centra-se numa busca pela identidade por parte dos adolescentes. Cabe o estudo e a reflexão acerca das várias possibilidades que levam à gravidez na adolescência.
Nessa fase, ocorre uma profunda desestruturação da personalidade. Baseado nos antecedentes histórico-genéticos e do convívio familiar e social, e também pela progressiva aquisição da personalidade do adolescente. A questão familiar e social funciona como co-determinante no que resulta enquanto crise, especialmente, à conquista de uma nova identidade.
Os dados também revelam índices altos de gravidez na adolescência, uma vez que, entre as jovens de 15 a 17 anos, com pelo menos, um filho é de 7,3% no país. Na região metropolitana do Rio de Janeiro, esse índice chega a 4,6% e na região metropolitana de Fortaleza, 9,3%.
Denomina-se gravidez na adolescência a gestação ocorrida em jovens de até 21 anos que encontram-se , portanto, em pleno desenvolvimento dessa fase da vida – a adolescência. Esse tipo de gravidez em geral não foi planejada nem desejada e acontece em meio a relacionamentos sem estabilidade, a atividade sexual tem como resultante a gravidez, gera conseqüências tardias, em longo prazo e muito sérias, tanto para a adolescente quanto para o recém-nascido.

Cabe destacar que a gravidez precoce não é um problema exclusivo das meninas. Não se pode esquecer que embora os rapazes não possuam as condições biológicas necessárias para engravidar, um filho não é concebido por uma única pessoa.
Os motivos que levam a gravidez são vários, dentre eles a não utilização da camisinha, pílulas. Os adolescentes não se preservando, achando que nunca acontecerá com eles.




Justificativa

Escolhemos este tema, pois achamos polêmico, já que atualmente é muito discutido pelo fato da grande incidência de jovens grávidas. Nos dias de hoje os adolescentes são informados, já que existem muitos meios de comunicação disponíveis, mas os mesmos não os levam a sério.
Na adolescência os riscos da gravidez são maiores do que em uma gravidez na idade adulta, quando o corpo está preparado para receber um feto. Para o Brasil a gravidez na adolescência é um problema de saúde pública.
Segue agora dois exemplos de adolescentes grávidas. Retiradas do site do Fantástico, programa da rede Globo,exibido aos domingos á noite.

‘’Não era a hora. Não estava previsto isso pra minha vida nessa idade”, diz a menina Jéssica, de 15 anos.
“Penso: por que fui engravidar tão cedo, podendo ter aproveitado minha vida?”, pergunta-se Katrine, de 15 anos.
De todas as mulheres grávidas atendidas nos serviços públicos hoje, 28 % são adolescentes, e com um detalhe preocupante: no mundo inteiro as meninas estão engravidando cada vez mais cedo. No Brasil, já são 60 mil adolescentes entre 10 e 14 anos tornando-se mães todos os anos.
“Portanto, é um problema de saúde pública o alarmante crescimento da gravidez na adolescência”, avalia Jacob Arkader, da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia.
A Katrine tem 15 anos e dois filhos. O Cauã, de um ano e três meses, e a Carline, de três meses.
“Eu não achava que isso ia acontecer justamente comigo”, diz a jovem.
A responsabilidade de ser mãe tão cedo pesa. Katrine, as crianças e o marido vivem com R$ 340 que ele recebe por mês. O filho precisa de tratamento cardíaco. Katrine parou de estudar.
Os adolescentes, apesar de parecer bem informados, estão confusos e sem saber como se proteger de uma gravidez indesejada. É isso que revela uma pesquisa com alunos de sétima e oitava séries do interior de São Paulo - 70% dos adolescentes entrevistados disseram que escolhem o método para evitar a gravidez conversando com amigos.
“É necessário que esta adolescente procure um médico, faça a consulta, seja examinada, e através da história clínica, os ciclos menstruais, ele vai adequar o melhor método anticoncepcional para ela”, recomenda Arkader.
Mas o médico, segundo a pesquisa, é justamente o último a ser procurado pelo adolescente. Menos de 1% procura um médico na hora de escolher o método para prevenir a gravidez.
“O problema é o adolescente não procurar o médico, e ir ao balconista da farmácia e comprar qualquer tipo de pílula. Hoje em dia as pílulas têm baixo teor hormonal e podem ser receitadas, desde que com cuidado. Saber se está tomando direito, se está sendo responsável, além de usar a pílula, pedir ao companheiro para usar a camisinha para ela ter uma dupla proteção”, comenta Evelyn Eisenstein, especialista em adolescentes.
Os ginecologistas fazem ainda um alerta. Sem usar nenhum método anticoncepcional no seu dia a dia, adolescentes acabam fazendo o uso abusivo da pílula do dia seguinte.
“Se ela tomar freqüentemente, ela vai ter chance de engravidar com mais facilidade. Porque são dosagens altas de hormônio”, alerta Evelyn.
Mas a prevenção dos adolescentes contra a gravidez não depende só deles.
“Os pais precisam entender que essa menina abaixo de 14 anos tem uma vida sexual, não pode fazer de conta que não. Ela precisa de uma orientação familiar, na escola, não pode sofrer preconceito por causa disso”, diz a ginecologista e obstetra Sarah Figueiredo.
Nos próprios serviços de saúde muitas vezes elas sofrem preconceito e não voltam mais.
“Por exemplo, ele pode chegar na porta de entrada e dizer: ‘Estou aqui pra buscar camisinha’. E às vezes alguém dizer: ‘Mas você não é muito nova pra estar usando isso?’”, conta Viviane Castello Branco, do Centro de Adolescente da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro. “Outro exemplo: ‘aqui a gente só atende se estiver a mãe presente’. Os adolescentes têm direito de ser atendidos sem os responsáveis”.
“’Eu não posso mais usar roupa curta porque eu tenho que botar na minha cabeça que eu sou mãe de dois filhos, não sou mais uma adolescente qualquer”, comenta Katrine.
A Alessandra é tudo na minha vida, mas se ela viesse um pouquinho mais pro futuro, seria bem melhor”, diz Jéssica.”




ÍNDICE DE GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA CONTINUA A CRESCER NO BRASIL
Meninas de 10 a 20 anos respondem por 25% dos partos no país.

Cerca de 1,1 milhão de adolescentes engravidam por ano no Brasil e esse número continua crescendo. O índice de adolescentes e jovens brasileiras grávidas é hoje 2% maior do que na última década; as meninas de 10 a 20 anos respondem por 25% dos partos feitos no país, segundo o Ministério da Saúde.
Estudo da Organização Mundial da Saúde mostra que a incidência de recém-nascidos gerados por mães adolescentes com baixo peso é duas vezes maior que o de mães adultas. A taxa de morte neonatal é três vezes maior. Esse são apenas alguns dos problemas da gestação na adolescência. Também há outra questão: as meninas que ficam grávidas acabam deixando de estudar para cuidar do bebê.
Contraceptivos disponíveis na rede pública
Os métodos anticoncepcionais disponíveis nos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) são a pílula comum, a minipílula (utilizada pelas mulheres durante a amamentação), a pílula de emergência (do dia seguinte), as injeções anticoncepcionais, as camisinhas masculina e feminina e o Dispositivo Intra-Uterino (DIU). Entre os métodos de contracepção definitivos, que eliminam as possibilidades de gravidez futura, estão as cirurgias, como a vasectomia (nos homens) e a laqueadura (ligadura de trompas nas mulheres), que são feitas após recomendação médica.
Em 2005, três milhões de mulheres receberam, por meio do SUS, quase 20 milhões de cartelas de pílulas anticoncepcionais. O governo gastou R$ 19.998.587,50 na compra desses medicamentos.

A gravidez na adolescência está em queda
Em 2007 ocorreram 2.795.207 de nascimentos no país, dos quais 594.205 (21,3%) foram de mães com idade entre 10 e 19 anos. No entanto, a tendência da gravidez durante a adolescência no Brasil é de redução. Isto por conta das campanhas em relação ao uso de preservativo, da disseminação da informação sobre métodos anticoncepcionais e maior acesso, além da participação da mulher no mercado de trabalho.
No Brasil, do total de partos atendidos no SUS em 2007, é possível obter os seguintes dados:

Mesmo havendo uma queda na fecundidade em todo o Brasil, no entanto é preocupante a gravidez em adolescentes que estão em uma classe econômica mais baixa.
Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IBGE/IPEA), a taxa de fecundidade adolescente, em 2006 cresceu em 0,14 nas classes econômicas mais baixas.
Em alguns casos, a gravidez pode fazer parte dos projetos de vida de adolescentes e até se revelar, nesta faixa etária, como um elemento reorganizador da vida e não desestruturador.

Partos de mulheres na faixa de 10 a 19 anos
2007 – 594.205 partos
2008 – 487.173 partos
2009 (até outubro) – 408.400 partos

Atendimento a adolescentes grávidas
A adolescente grávida tem atendimento garantido pelo Sistema Único de Saúde, tanto no pré-natal como no parto e pós-parto. Se uma jovem ficar grávida, ela deve buscar a unidade de saúde mais próxima para confirmar a gestação por meio de um exame. Durante a gravidez e amamentação a jovem adolescente que estuda também têm direito a reposição de provas e justificativa de faltas, segundo a lei federal 6202/75.
JOVENS MÃES
Quando uma adolescente engravida, geralmente ela se vê numa situação não planejada e até mesmo indesejada. Na maioria das vezes a gravidez na adolescência ocorre entre a primeira e a quinta relação sexual. E quando a jovem tem menos de 16 anos, por sua imaturidade física, funcional e emocional, crescem os riscos de complicações como o aborto espontâneo, parto prematuro, maior incidência de cesárea, ruptura dos tecidos da vagina durante o parto, dificuldades na amamentação e depressão. Por tudo isso, a maternidade antes dos 16 anos é desaconselhável.
O jovem casal deve ter em mente que um filho inesperado pode significar ter que rever seus projetos de vida, interromper os estudos ou cancelando planos futuros de vida profissional. Uma criança exige atenção, amor, dedicação, além dos cuidados físicos. Durante muito tempo ela será totalmente dependente dos pais, que deverão educá-la e contribuir para a formação de seu caráter.
Nas duas últimas décadas, a incidência de casos tem aumentado significativamente ao mesmo tempo que tem diminuído a média de idade das adolescentes grávidas.
Fique atento aos itens abaixo, pois eles são as causas mais freqüentes da gravidez na adolescência: Desconhecimento dos métodos para evitar a gravidez: ainda hoje encontram-se rapazes e moças totalmente desinformados em relação aos conhecimentos elementares sobre o funcionamento do corpo humano e aos métodos para evitar a gravidez. Método conhecido, mas não praticado: um grande número de adolescentes não usa nenhum método anticoncepcional, apesar de conhecer alguns deles. Uso de método anticoncepcional de baixa eficiência: a falta de informação correta faz com que os adolescentes usem métodos de elevada taxa de falha como a tabelinha e o coito interrompido que não exigem consulta médica. Uso incorreto ou falha no uso de um método: se a jovem se esquecer de tomar a pílula ou se a camisinha se romper por uso incorreto o risco de gravidez é grande.
Ações do Ministério
Nas últimas duas décadas, a gravidez na adolescência se tornou um importante tema de debate e alvo de políticas públicas em praticamente todo o mundo. Neste sentido as principais ações do Ministério da Saúde são:

- A implantação da política de direitos sexuais e direitos reprodutivos como uma prioridade de governo de cunho intersetorial envolvendo:
Ministério da Saúde,
Secretaria de Políticas para Mulheres,
Ministério do Desenvolvimento Social,
Ministério da Educação, da Justiça,
Desenvolvimento Agrário
Secretaria de Promoção da Igualdade Racial.

-Política em relação ao planejamento familiar incluindo adolescentes e jovens.

- Campanhas nacionais sobre o planejamento familiar.
- Distribuição da caderneta do adolescente.
- Elaboração das Diretrizes Nacionais para a Atenção Integral à Saúde de Adolescentes e Jovens na Promoção da Saúde, Prevenção de Agravos e de Enfermidades na Assistência.

- Disponibilização de métodos contraceptivos, inclusive a contracepção de emergência na atenção primária. Aquisição de 1 bilhão de preservativos no ano de 2008, sendo 100 milhões, de 49mm, para adolescentes.

- Produção de preservativos masculinos na fábrica de Xapuri, no Acre.

- Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas em parceria com o Ministério da Educação, Unicef e UNFPA e Unesco articulado com as secretarias estaduais e municipais. Uma ferramenta para promover o diálogo e o compartilhamento de experiências. Projeto que contribuiu para a sociedade organizada, as famílias, os jovens e a escola trabalharem juntos e discutir temas, tais como participação juvenil, saúde sexual, saúde reprodutiva, diversidade e cidadania. Atualmente são 300 municípios que atuam nesta estratégia.

- Produção de 400 máquinas dispensadoras de preservativos para as escolas que desenvolvem ações educativas em saúde sexual e saúde reprodutiva.

- De acordo com o censo escolar de 2005, 9,2 mil escolas trabalham o tema DST/Aids e disponibilizam preservativos.

- Produção de materiais educativos e cursos a distância para os profissionais de saúde e educação sobre sexualidade de adolescentes.

- Realização da 3ª Mostra de Saúde e Prevenção nas escolas e fortalecimento da participação juvenil entre pares nacionalmente.

- Implementação de políticas para adolescentes vivendo com HIV.

- Implantação do Plano Nacional de Enfrentamento da Feminização da Aids e outras DST envolvendo o Ministério da Saúde e as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.

- Capacitação de profissionais de saúde e educação e jovens nas temáticas de saúde sexual e saúde reprodutiva.

- Lançamento em setembro de 2008, do Programa Saúde na Escola (PSE), articulado com o MEC, que disponibiliza recursos financeiros para os municípios de menor Índice de Educação Básica. Estes recursos serão utilizados na atenção primária na promoção de saúde, prevenção de agravos e assistência em saúde de escolas adstritas aos territórios de saúde da família. Atualmente 608 municípios aderiram ao PSE.
EDUCAÇÃO SEXUAL – Em 2003, o governo federal iniciou uma série de ações de prevenção de DSTs em colégios públicos. Por meio de uma parceria entre os ministérios da Saúde e Educação, profissionais das equipes do Saúde da Família tornaram-se parceiros dos professores da rede pública e levaram para a sala de aula conteúdos de saúde sexual e reprodutiva. As atividades foram incorporadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE), implementado em 2008.

Atualmente, o PSE é uma das ferramentas de conscientização dos estudantes de ensino médio para prevenir DSTs e evitar gravidez indesejada. Mais de 8 milhões de alunos de 54 mil escolas já foram orientados. Dessas, quase dez mil distribuem preservativos. O programa alcança atualmente 1.306 municípios brasileiros.
Além disso, o MS começou a produzir as Cadernetas de Saúde do Adolescente no ano passado. A cartilha contém informações sobre temas essenciais para os mais jovens, como alimentação, saúde sexual e reprodutiva e uso de drogas. No total, foram entregues 4 milhões de cadernetas em 451 municípios. A previsão para 2010 é distribuir mais 5 milhões nos postos de saúde. O Ministério da Educação também vai enviar 6 milhões de cartilhas para as unidades básicas de saúde dos municípios onde foi implementado o PSE.
DIFERENÇAS REGIONAIS – A maior redução no número de partos de adolescentes, nos últimos cinco anos, ocorreu na Região Nordeste (26%). Em 2005, foram 214.865 procedimentos contra 159.036 no ano passado. O Centro-Oeste vem em seguida, com 32.792 partos – 24,4% a menos que em 2005. Abaixo da taxa média de queda, estão: Sudeste (20,7%), Sul (18,7%) e Norte (18,5%).


Tabela 1: Partos por regiões

Região
2000
2005
2009
Variação
2000-2009
Norte
79.416
76.172
62.046
-21,90%
Nordeste
249.057
214.865
159.036
-36,10%
Centro-Oeste
52.112
43.362
32.792
-37%
Sudeste
217.243
174.465
138.401
-36,30%
Sul
81.530
63.677
51.781
-36,50%







Tabela 2: Partos por unidades da federação

UF
2000
2005
2009
Taxa de variação
no período de 2000 a 2009
Faixa etária
>
10a 19

10a 19
10a 19
Acre
4.452
3.338
3.670
-17,57%
Alagoas
15.952
15.287
11.546
-27,62%
Amapá
3.532
2.880
2.622
-25,76%
Amazonas
16.687
16.049
13.057
-21,75%
Bahia
66.782
55.333
38.823
-41,87%
Ceará
35.120
30.442
23.314
-33,62%
Distrito Federal
12.020
6.786
7.342
-38,92%
Espírito Santo
11.761
9.666
7.600
-35,38%
Goiás
17.215
15.470
9.471
-44,98%
Maranhão
36.565
33.050
23.700
-35,18%
Mato G. do Sul
10.616
9.296
7.455
-29,78%
Mato Grosso
12.261
11.810
8.524
-30,48%
Minas Gerais
59.071
47.809
37.325
-36,81%
Pará
38.859
40.242
31.928
-17,84%
Paraíba
14.964
14.035
10.545
-29,53%
Paraná
34.522
26.757
22.144
-35,86%
Pernambuco
39.183
32.981
26.419
-32,58%
Piauí
17.615
13.778
9.951
-43,51%
Rio de Janeiro
45.917
32.487
23.169
-49,54%
Rio G.do Norte
13.534
12.280
8.599
-36,46%
Rio G.do Sul
30.267
23.345
17.837
-41,07%
Rondônia
7.351
4.881
3.621
-50,74%
Roraima
1.069
1.835
1.710
59,96%
Santa Catarina
16.741
13.575
11.800
-29,51%
São Paulo
100.494
84.503
70.307
-30,04%
Sergipe
9.342
7.679
6.139
-34,29%
Tocantins
7.466
6.947
5.438
-27,16%
Total
679.358
572.541
444.056
-34,64%
fonte:MS DATASUS SIH_SUS TAbSAS 20/01/2010



GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA NO RS
O vice-presidente da Comissão de Saúde, deputado Gilberto Capoani (PMDB) apresentou dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelando que no Rio Grande do Sul, a cada 400 partos realizados no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, 100 são feitos em adolescentes e que, 18% delas com idades entre 15 a 19 anos já ficaram grávidas ao menos uma vez.
A gravidez na adolescência vem caindo significativamente no RS. Em 2000, 35.630 meninas entre 10 e 19 anos se tornaram mães, contra 23.527 em 2008. A análise da série histórica da Secretaria Estadual da Saúde (SES) mostra que em 2008, os partos correspondentes a mães adolescentes eram de 17,4% do total de partos ocorridos no RS, enquanto que em 2000, esste percentual era de 20,3.
Nos últimos três anos, a análise dos coeficientes de gestação nesta faixa etária (que considera o número de adolescentes grávidas a cada mil adolescentes), vêm se mantendo praticamente estáveis com, respectivamente, 26,2; 26,6 e 27,2. Há oito anos, esse mesmo índice era de 38,6.


Conclusão

A gravidez na adolescência segundo os entrevistados é sério, precisa ser discutida, mas poucos vão atrás, buscar informações. No Brasil existem muitas grávidas jovens, mesmo havendo muitas informações ou formas de prevenção, disponíveis tanto em farmácias, quanto pelo SUS, eles acreditam que nunca vai acontecer com eles.
Um dos pontos que influenciam a grande porcentagem de adolescentes grávidas, é o fato dos jovens, ou até mesmo dos pais, não incentivarem o diálogo entre família, por não terem tempo no dia a dia corrido de trabalho ou por medo, vergonha. Alguns pais acham que é dever da escola, e a escola acha que é dever dos pais, assim os jovens ficam perdidos, e buscam informações com os amigos, e muitas vezes essas “informações” não são totalmente seguras.
Muitas vezes os jovens acreditam que são “super poderosos”, mesmo havendo diálogo em casa, com sua família, os ignoram, dando origem a problemas ainda mais graves.
Baseado nisso busque informações,pois é muito melhor ser um adolescente informado do que um adolescente pai,e a informação pode ser encontrada com um médico,na internet, revista, na televisão...



FONTE:
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,AA1372177-5598-948,00.html
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=33728&janela=1
http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/saude/jovensmaes.html
http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&id_area=124&CO_NOTICIA=11137
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=33732
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL694805-15605,00.html

http://www.brasilsus.com.br/noticias/sul/100968-gravidez-na-adolescencia-teve-queda-expressiva-no-rs.html
http://gballone.sites.uol.com.br/infantil/adolesc3.html
http://www.brasilescola.com/biologia/gravidez-adolescencia.htm
http://www.psicologia.com.pt/artigos/ver_artigo.php?codigo=A0178
http://www.infoescola.com/sexualidade/gravidez-na-adolescencia/

http://www.riogrande.com.br/rio_grande_do_sul_politica_gravidez_na_adolescencia_e_a_maior_preocupacao_de_especialistas_e_autoridades-o139175-en.html




Foi realizada uma pesquisa entre 60 pessoas, entre 11 e 18 anos. Onde foram feitas 12 pergunta sobre gravidez na adolescência, pedimos a opinião de jovens e o que eles pensam que os pais acham.
As respostas variaram, mas em geral eles comentaram que é um assunto serio, que precisa ser mais abordado. Constatamos que os pais não falam muito sobre o assunto com seus filhos, que os filhos também não buscam informações.






Questionário

  1. Sexo: ( ) Feminino ( ) Masculino
  2. Idade:
  3. O que os pais acham sobre o assunto?
  4. O que os adolescentes acham sobre o assunto?
  5. Você tem ideia dos índices de natalidade entre mães adolescentes? ( )sim ( )não
  6. Onde há maior conscientização: ( )em casa ( ) na escola ( ) não tem
  7. Existe diálogo entre você e seus pais? ( )sim ( )não
  8. Para você, a escola tem o dever de informar? ( )sim ( )não
  9. Você busca informações sobre o assunto? ( )sim ( )não
  10. Se sim, aonde? ( ) internet ( ) revistas ( ) TV e rádio ( ) outros


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Trabalho_Gravidez_na_Adolescência_-_Diálogo_entre_voce_e_seus_pais.JPG

Trabalho_Gravidez_na_Adolescência_-_A_escola_tem_o_dever_de_informar.JPG

Trabalho_Gravidez_na_Adolescência_-_Busca_informações_sobre_o_assunto.JPG

Trabalho_Gravidez_na_Adolescência_-_Se_sim,_onde.JPG